Educação SP, Professores de São Paulo aceitam reajuste de 7,75%

O Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal de São Paulo (SINPEEM) decidiu, em reunião com a Prefeitura nesta quarta-feira (9), aceitar a proposta de reajuste salarial prevista pelo governo para a classe e não entrar em greve. Os docentes fizeram ato em frente ao prédio da Administração Municipal durante a tarde.

Segundo a assessoria de imprensa do sindicato, a proposta aceita prevê um reajuste de 7,57% sobre o atual piso salarial dos professores municipais. Assim, professores que trabalham pelo menos 40 horas/aula terão piso salarial de R$ 3.550. Antes, o mínimo salarial era de R$ 3.300.

Manifestação dos professores em frente a Prefeitura de São Paulo, em São Paulo (SP), nesta quarta-feira (Foto: Suamy Beudoyn/Futura Press/Estadão Conteúdo)

Manifestação dos professores em frente a Prefeitura de São Paulo, em São Paulo (SP), nesta quarta-feira (Foto: Suamy Beudoyn/Futura Press/Estadão Conteúdo)

O reajuste será feito em duas parcelas, com a segunda sendo aplicada sobre o valor do piso já reajustado, anteriormente, pela primeira. Assim, a parcela inicial, de 3,85% de aumento, começa a valer a partir de maio, resultando no piso de R$ 3.422,72. Em agosto, a segunda parcela, de 3.65% entra em vigor, elevando o piso aos R$ 3.550,00 acordados.

Segundo a Prefeitura, a incorporação desse índice aos salários se dará também em duas etapas: novembro de 2017 e novembro de 2018. A proposta inicial de aumento do sindicato girava em torno de 20%, mas, segundo a assessoria, foi considerada inviável pela governo, que alegou não dispor da verba para tal aumento.

Ainda de acordo com o sindicato, ficou acordado que o índice de aumento de 3,74%, já previsto para maio deste ano, será pago para todos os profissionais de educação do município, ativos e aposentados, independente das tabelas de vencimento.

Além disso, a Prefeitura afirmou que, conforme previamente negociado, a Prefeitura pagará, em junho de 2016, a primeira parcela do Prêmio por Desempenho Educacional (PDE), proposta beneficia que beneficiará mais de 114 mil servidores do sistema educacional da cidade, entre ativos e inativos.

O sindicato afirmou ainda que a Prefeitura de São Paulo assegurou que manterá mesas setoriais de educação, ao longo do ano, para discutir outras questões pertinentes ao trabalho educacional.

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