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Sorocaba, Igreja Católica assume a Irmandade da Santa Casa

A Igreja Católica passa a ser agora a mantenedora da Irmandade da Santa Casa de Sorocaba. A decisão foi tomada nesta terça-feira (20) em assembleia dos associados efetivos que mudaram o estatuto da Irmandade. A mudança criou a figura do moderador da Santa Casa, que é o arcebispo metropolitano dom Júlio Endi Akamine, e do diretor-presidente, o padre Flávio Jorge Miguel Júnior, da paróquia de São Judas Tadeu.
Essa nova configuração prepara a Irmandade para reassumir o hospital da Santa Casa, que atualmente está requisitada pela Prefeitura de Sorocaba. O padre Flávio conta com a expectativa de que essa devolução ocorra em agosto, baseando-se em declaração de entrevistas do prefeito José Crespo (DEM).

Santa Casa de Sorocaba 050114

A busca da credibilidade para a Santa Casa, perdida durante gestão do ex-provedor da Irmandade José Antônio Fasiabem (implicado em investigações criminais), é a grande expectativa com a figura da Igreja Católica como mantenedora da instituição. Essa expectativa reconhecida pelo padre Flávio, por dom Júlio e pelo empresário José Luiz Gava, membro do Conselho de Administração da Irmandade.
Sobre a diferença que significará a nova configuração na direção da Irmandade, dom Julio afirma: “Eu espero que seja uma administração mais ágil, que também possa responder a todas as exigências também legais, fiscais, administrativas de um hospital. Coisa que de fato estava muito complicado, tanto que a Prefeitura requisitou a Santa Casa para sua administração.”
Além da nova composição administrativa, a Santa Casa terá que buscar solução para uma dívida avaliada em RS 70 milhões. Sobre esse problema, dom Júlio afirma: “Vamos trabalhar para que ao longo do tempo a Santa Casa possa de fato saldar essa dívida e ter um superávit para investir no próprio hospital.”

Sorocaba, novo hospital estadual prevê entrega no primeiro semestre de 2018

Foto: Fábio Rogério

 

“Em ritmo acelerado”, conforme propaganda veiculada nos meios de comunicação, as obras do Hospital Estadual de Sorocaba, localizadas na rodovia Raposo Tavares Km 106, têm previsão de entrega para o primeiro semestre do ano que vem, segundo informado nesta semana pela Secretaria da Saúde.

O prazo está previsto em contrato de Parceria Público Privada (PPP) firmada pela gestão do governador Geraldo Alckmin (PSDB) com a empresa Construcap, vencedora da licitação aberta para execução do empreendimento. Ainda de acordo com o comunicado que respondeu a questionamentos da reportagem do Cruzeiro do Sul, o investimento total para a implantação do novo serviço, incluindo obra civil, equipamentos médicos e mobiliários será de R$ 269 milhões.   O novo hospital terá o seu atendimento direcionado aos casos de urgência e de emergência, e irá disponibilizar 250 leitos. A “agilidade” dos serviços iniciados em 2015 se deve ao modelo de PPP adotado pelo governo estadual para a construção.   Nele, quanto mais rápido as obras terminarem, mais cedo a unidade entrará em funcionamento para atender à população e, consequentemente, o parceiro privado poderá começar a explorar a operação dos serviços da chamada “bata-cinza”, ou seja, aqueles não ligados à assistência, como limpeza, lavanderia e segurança, por exemplo.   Em relação ao número de profissionais necessários para trabalhar no novo complexo, este será definido posteriormente pela Organização Social que for escolhida para gerenciá-lo.

Jornal Cruzeiro do Sul – Sorocaba

São Roque SP, Zona Azul volta a funcionar

Resultado de imagem para zona azul são roqueAs vagas de estacionamento rotativo de São Roque SP voltaram a funcionar nesta segunda-feira (29/5/17), após assinatura do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado entre a prefeitura da cidade e a empresa responsável pela Zona Azul.

A suspensão do serviço ocorreu devido inúmeras irregularidades encontradas pelo Tribunal de Contas do Estado de São Paulo, além de não atender a demanda da população.

Durante o período, a prefeitura requereu da empresa que as devidas mudanças fossem feitas para melhorar a qualidade do serviço oferecido à população, como emissão de comprovante de pagamento e o fracionamento de horário.

Entre as obrigações que a empresa terá que cumprir está a troca de todos os parquímetros, no prazo máximo de 90 dias a partir da volta do serviço, que devem estabelecer a cobrança a partir do número de minutos utilizados, que será vistoriado pela prefeitura na internet.

Quanto a substituição dos equipamentos, a empresa deverá respeitar uma distância máxima de 50 metros entre o parquímetro e a vaga que será utilizada pelo usuário. Também não será permitido que quem utiliza o serviço tenha que cruzar a rua para acionar o equipamento.

No período de transição, a empresa vai emitir através de seus monitores recibos impressos que terão validade de recibos de pagamentos realizados pelo uso do serviço, sendo que essa emissão será por meio eletrônico.