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São Paulo, Fazenda utiliza dados de radares da capital paulista para cobrança de IPVA

A Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo, por meio das 18 Delegacias Regionais Tributárias, iniciou o processo de cobrança de IPVA utilizando informações de radares fornecidas pela Prefeitura Municipal de São Paulo. Nesta primeira etapa, foram notificados proprietários de um mil (1.000) veículos licenciados em outros estados. As relações dos lançamentos de IPVA foram publicadas no Diário Oficial do Estado, desta quarta-feira (21/03).  Em valores originais, este primeiro lote de débitos pendentes de IPVA alcança a soma de R$ 2.374.513,73.

Av Presidente Juscelino Kubitschek X Prefeito Faria Lima 28 07 2016

“Essa é apenas a primeira de uma série de ações planejadas”, destaca Rogério Ceron, secretário adjunto da Fazenda. “É importante que os proprietários de veículos licenciados em outros estados regularizem a situação de forma espontânea, evitando multas”, alerta.

Esta ação consiste em verificar pessoas físicas com domicílio tributário em São Paulo, mas proprietárias de veículos que estão licenciados em outros estados. O levantamento, correspondente ao exercício de 2016, utilizou o registro de tráfego de veículos obtido dos radares da Prefeitura Municipal de São Paulo, que foi comparado com informações de cadastro do IPVA paulista e do Detran.

Pelo cruzamento de dados, foi possível identificar veículos licenciados em outras unidades da federação – embora seus proprietários tenham domicílio tributário e trafeguem no estado de São Paulo.   A Secretaria da Fazenda utilizou o domicílio eleito pelo contribuinte para fins de IRPF, conforme previsão da lei do IPVA (Lei 13.296/2008).

Após expedição da notificação, os proprietários terão 30 dias para efetuar o pagamento do IPVA correspondente ao exercício de 2016 com acréscimos legais, sob pena de inscrição na dívida ativa, nos termos do artigo 48 da Lei do IPVA. Para simplificar as providências a serem tomadas pelo contribuinte, uma GARE-IPVA foi enviada junto com a Comunicação de Lançamento, que poderá ser utilizada para recolhimento com os acréscimos legais válidos até o final do mês corrente.

A distribuição de veículos autuados nesta ação de cobrança do IPVA consta na relação abaixo:

Delegacia Regional Tributária Quantidade de veículos IPVA Original
DRTC-I (São Paulo) 200 R$ 481.070,14
DRTC-II (São Paulo) 200 R$ 542.581,84
DRTC-III (São Paulo) 200 R$ 747.073,32
DRT-2 (Litoral) 25 R$ 30.435,58
DRT-3 (Vale do Paraíba) 23 R$ 28.254,32
DRT-4 (Sorocaba) 15 R$ 13.784,54
DRT-5 (Campinas) 36 R$ 51.016,41
DRT-6 (Ribeirão Preto) 26 R$ 40.478,22
DRT-7 (Bauru) 10 R$ 18.994,72
DRT-8 (São José do Rio Preto) 12 R$ 15.774,03
DRT-9 (Araçatuba) 15 R$ 20.036,12
DRT-10 (Presidente Prudente) 7 R$ 11.554,48
DRT-11 (Marília) 7 R$ 9.187,18
DRT-12 (ABCD) 54 R$ 87.956,55
DRT-13 (Guarulhos) 50 R$ 90.920,58
DRT-14 (Osasco) 80 R$ 134.001,31
DRT-15 (Araraquara) 8 R$ 17.151,16
DRT-16 (Jundiaí) 32 R$ 34.243,24
Total 1000

R$ 2.374.513,73

Secretaria de Estado da Fazenda SP

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Sorocaba, morava na Rua Rio Grande do Sul e jogava bola nesse campo

 

Sorocaba 1969 Casa R Rio Grande do Sul

“Esta foto que ilustra o texto do Professor Ribeiro no Jornal Ipanema de Sorocaba mostra os locais onde eu morava na Rua Rio Grande do Sul (seta indicando) quando era adolescente ( 14 anos ) e o campo onde eu jogava bola”.

Campos de Futebol, o Peladão do Scarpa, onde hoje está o Sorocaba Shopping.

Peladão era um terreno “pelado”, sem cobertura, com campos de futebol e espaço livre que recebia e até a antiga Fápis (Feira Agropecuária e Industrial de Sorocaba, nos anos 60)). Muitos dos atletas que fizeram fama em nossa várzea, antes de seguirem a carreira profissional começaram jogando nestes campos…

Estas fotos mostram exatamente onde era o “peladão”, ao lado do antigo Clube Scarpa. Notem as propagandas na parede do prédio.

Os velhos flagrantes, um deles aéreo, fotos foram publicadas no Face Lembranças Sorocabanas, por Luiz Scapol e Antônio Carlos Sartorelli (idealizador da página) que é muito comentada e contém centenas de registros antigos da cidade.

Uma das fotos mostra dá uma visão panorâmica da área. O Peladão em primeiro plano, o Clube Scarpa e o campo do clube; mais à esquerda, no alto, o prédio (inaugurado em 1954) da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras,(hoje Uniso), que foi administrada por um bom tempo pela Fundação Scarpa); mais ao fundo, à direita, ao lado dos trilhos da FEPASA, a Fábrica Santo Antônio (observe o galpão que foi demolido para dar espaço ao Terminal Santo Antônio, em 1992), a Praça da Bandeira e ainda a não presença da avenida Afonso Vergueiro, Rua Professor Toledo, Rua Rio Grande do Sul.

Jornal Ipanema : Celso ‘Marvadão’ Ribeiro

São Roque SP, acesso no Km 63 Leste, da Rodovia Raposo Tavares, foi liberado

Raposo Tavares Km63 Leste acesso 211217

Informação da CCR ViaOEste, o acesso localizado na região do KM 63 da Rodovia Raposo Tavares, foi liberado para tráfego de veículos. A via que liga a Raposo a Avenida Prefeito Bernadino de Lucca se encontrava interditado desde julho deste ano devido ao desmoronamento de um talude na área.

As obras começaram no final de agosto, com previsão de conclusão de 120 dias, em um trabalho realizado pela Solotrat com um investimento é de R$ 2,1 milhões.

JE Online-Rafael Barbosa

Sorocaba, com aumentos, botijão de gás passa de R$ 70

O preço do botijão de gás de cozinha (GLP) chegou aos R$ 70 em revendedoras de Sorocaba, para retirar no local. Para entrega, o valor chaga a R$ 73. Após o aumento anunciado pela Petrobras na semana passada, de 12,9% para as distribuidoras em média, os consumidores já estão sentindo no bolso um aumento entre R$ 3 a R$ 5. O botijão de 13 quilos já acumula alta de 47,6% desde que a estatal iniciou a nova política de preços do combustível, no dia 7 de junho.

Em Sorocaba, quem utiliza gás de botijão para cozinhar reclama da alta constante no preço. A justificativa da Petrobras é que o percentual de reajuste reflete a variação das cotações do produto no mercado internacional. Desde junho, a Petrobras já reajustou o gás de cozinha cinco vezes. O aumento anterior autorizado pela empresa ocorreu no fim de setembro.

Em uma revendedora da avenida Nogueira Padilha, na zona leste de Sorocaba, o preço do botijão de gás é vendido desde sexta-feira da semana passada a R$ 69 (entrega) e R$ 65 para retirar no local. Antes do aumento, os preços praticados eram, respectivamente, R$ 67,90 e R$ 61,90.

A auxiliar administrativa responsável pela unidade, Olinda Vidal de Andrade, disse que as vendas do botijão de gás de cozinha caíram por causa dos seguidos aumentos. “Infelizmente o revendedor não tem como segurar os reajustes e para o consumidor o aumento que é repassado é menor. As pessoas reclamam e por conta dos preços as vendas caíram”, disse. No local, são vendidos apenas produtos da marca Ultragaz.

Em outra revendedora na avenida Santos Dumont, na zona norte de Sorocaba, os preços foram reajustados ontem e ficaram cerca de R$ 3 mais caros. O preço do botijão de gás passou de R$ 70 para R$ 73 (entrega) e de R$ 67 para R$ 70 (retirar).

Já em uma revendedora de marca Consigaz, no Parque Vitória Régia, também na zona norte, apesar do aumento, os preços ainda são menores do que os praticados em outras regiões de Sorocaba. O produto passou de R$ 58 para R$ 63 (entrega) e de R$ 53 para R$ 58 (retirar), o que representa um aumento de R$ 5 no preço do botijão de 13 quilos.

A Petrobras, contudo, afirma que se o aumento for integralmente repassado ao consumidor, o preço do botijão pode ser reajustado, em média, em 5,1% ou cerca de R$ 3,09, isso se forem mantidas as margens de distribuição e de revenda e as alíquotas de impostos. “Como a lei brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, as revisões feitas nas refinarias podem ou não se refletir no preço final ao consumidor. Isso dependerá de repasses feitos especialmente por distribuidoras e revendedores”, disse a empresa por meio de nota.

Segundo uma pesquisa feita pela Agência Nacional de Petróleo (ANP) em 30 revendedoras de Sorocaba nos meses de agosto e setembro, o preço médio do botijão de gás de cozinha passou de R$ 55,43 para R$ 55,93 de um mês para outro. Já o valor mínimo ficou em R$ 49,90 em agosto e subiu para R$ 50 em setembro. No mesmo período, o preço máximo não sofreu variação e se manteve em R$ 62 na cidade. Na pesquisa realizada de 8 a 14 de outubro, os preços ficaram os mesmos que em setembro.

Jornal Cruzeiro do Sul